Para adequar o consumo ao longo da vida, o ideal é reduzir o sódio já na infância. O sal em excesso retém líquido, afeta os rins e leva ao aumento da pressão arterial e, consequentemente, à hipertensão. Este mal é responsável por grande parte dos casos de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. O sedentarismo, o estresse, o tabagismo, o envelhecimento, o excesso de peso e fatores genéticos também contribuem para estas doenças.
No emagrecimento o problema é que o paladar das pessoas está acostumado com seu uso, aumentando seu consumo e promovendo retenção de líquidos no organismo. Como o líquido pesa bastante, a pessoa não percebe a perda de peso e se desmotiva a emagrecer.
O grau de sensibilidade ao sal é diferente entre as pessoas. As mulheres, de modo geral são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso seu risco é até maior que aos homens.
Para quem está promovendo um processo de emagrecimento é aconselhável diminuir a quantidade de sal nos alimentos. A estratégia é salgar o alimento no seu cozimento e não colocar saleiro na mesa. Neste último caso há a tendência de acrescentar mais sal do que no cozimento. Outra dica é aumentar o consumo de ervas aromáticas para dar sabor aos alimentos diminuindo a quantidade de sal.
Prevenção
O ideal é manter uma dieta saudável, rica em frutas e vegetais e pobre em gorduras. Manter o saleiro à mesa também pode ser um dos vilões, pois instiga a vontade de adicionar o tempero à comida.
“O sal por si só não causa doença, mas agrava principalmente as doenças cardiovasculares e renais, devido ao aumento da pressão arterial e da retenção de água causados por seu consumo. A recomendação é uma dieta com algumas restrições alimentares para uma vida mais saudável”. Muitos dos alimentos industrializados, mesmo que de forma camuflada, contém sódio, inclusive os doces. Por essa razão, é importante verificar nas embalagens dos produtos sua composição. Um alerta também sobre os adoçantes dietéticos, que também trazem em sua composição sódio, devendo ser usados sem exageros pelas pessoas que tem indicação de restrição salina.
Como evitar o consumo excessivo de sal:
•Nunca ter um saleiro à mesa
•Não acrescentar sal aos alimentos já prontos.
•Preferir alimentos frescos em vez dos processados.
•Evitar alimentos embutidos (lingüiça, salsicha, mortadela, presunto, salame).
•Evitar conservas e enlatados como: picles, azeitona, aspargo, patês e palmito.
•Comer queijo branco ou ricota sem sal é mais saudável do que outros tipos de queijo.
•Evitar salgadinhos para aperitivo com adição de sal, amendoim, batata frita, e outros.
•Evitar alimentos que contenham o aditivo glutamato monossódico, utilizado para realçar o sabor dos alimentos.
•Substitutos do sal ou sal diet podem ser indicados para algumas pessoas, mas só devem ser consumidos sob orientação médica ou de nutricionista.
•Além de moderação no uso no sal no preparo dos alimentos, é preciso redobrar os cuidados com os alimentos industrializados. Até mesmo doces, balas, bolos e biscoitos incluem esse tempero. Confira sempre a composição na embalagem e prefira alimentos e temperos naturais.
O Excesso de sal no organismo faz com que suas articulações "endureçam", causa inchaços, dores, mal estar, dores no peito e etc.....

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