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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Arroz integral reduz a gordura abdominal

90 gramas ou 4 colheres de sopa bem cheias de arroz integral todos os dias. Essa é a medida recomendada pelos especialistas para reduzir a gordura abdominal e afastar males como o câncer 

Uma fina casca — para os olhos, essa é a única diferença entre o arroz integral e o branco. Para o corpo, no entanto, esse detalhe é fonte de inesgotáveis benefícios, que vão do controle do diabete à redução da gordura abdominal. Pelo menos essa é a conclusão de uma pesquisa feita por nutricionistas da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que analisaram a dieta de 2 800 pessoas. Entre elas, as que consumiam três ou mais porções de cereais integrais diariamente — e não abusavam dos refi nados — tinham até 10% menos gordura visceral, aquela que se deposita barriga adentro e recobre órgãos como pâncreas, intestino e fígado. À primeira vista, a redução pode parecer pequena, mas as vantagens são imensas.

A começar pela barriga, que dá uma enxugada. Em consequência, o coração é beneficiado: células gordurosas mais murchas significam menos inflamação nas artérias e, claro, menos trabalho para fazer o sangue circular. "Sem contar que, nos últimos anos, a ciência provou que a distribuição da gordura no corpo é importante para determinar o risco cardiovascular", explica José Renato das Neves, cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo. "Pessoas que nem sequer têm peso elevado, mas apresentam a adiposidade nas vísceras ou órgãos internos, apresentam um risco maior." Junto a tantas vantagens, existe ainda a menor probabilidade de aparecimento de tumores, como o de mama.

Agora resta a pergunta: como essa casquinha, que parece tão insignificante, consegue resultados tão surpreendentes? "A resposta está no seu teor de fibras. Quanto maior seu valor, menor é a quantidade de glicose e lipídios absorvidos. Esses fatores são importantes para evitar a deposição de gordura intra-abdominal", esclarece Rosana Radominski, endocrinologista e presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso). É que as fibras formam uma espécie de goma quando entram em contato com a água e, assim, tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar proveniente dos alimentos seja assimilado aos poucos. Se não fosse dessa forma, aumentaria a produção de insulina, hormônio responsável por mandar a glicose para dentro das células. Só que, em excesso, ele infla os pneus da barriga e, ainda, abre caminho para o diabete.

Quem come arroz diariamente costuma se alimentar de maneira mais saudável em todas as refeições — e aí o corpo agradece com todas as suas forças. Ao analisar dados de 1999 a 2004 sobre a dieta de mais de 25 mil crianças e adultos, pesquisadores americanos constataram que nos apreciadores desse cereal não havia carência de nutrientes essenciais para o organismo, como ácido fólico, potássio e outras vitaminas do complexo B. Muito pelo contrário.

O estudo, realizado por uma empresa de consultoria alimentar, baseou-se no National Health and Nutrition Examination Survey, um levantamento feito periodicamente pelo governo dos Estados Unidos. O resultado mostrou ainda que os consumidores regulares de arroz têm menor propensão a acumular quilos extras, 34% menos risco de hipertensão e 27% menos probabilidade de aumento na circunferência abdominal. "O arroz em si, principalmente o integral, é considerado uma boa fonte de fibras alimentares, de vitaminas do complexo B e de minerais", confirma a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Serviço de Nutrição do Hospital Bandeirantes, na capital paulista. "A longo prazo, sua ingestão diminui mesmo o risco de diversas doenças."

Os tipos integral e parboilizado também ganham destaque pelos teores de metionina, um aminoácido essencial que evita a queda dos cabelos e hidrata pele e unhas. "Sem contar que a metionina é precursora de um neurotransmissor, a serotonina", conta Patrícia. Essa substância é uma espécie de antidepressivo natural. O aminoácido ainda auxilia na redução do colesterol e afasta a fadiga crônica. Com tantos benefícios, é triste saber que o cereal deixou de ser o preferido dos brasileiros na hora do almoço e do jantar. Segundo um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografi a e Estatística (IBGE) divulgado no fi nal do ano passado, hoje consumimos cerca de 40% menos arroz do que no início dos anos 2000. Mas, justiça seja feita, ele merece dar a volta por cima — e retornar para a sua mesa, principalmente na versão integral, é claro. "O ideal é ingerir o alimento na maioria das refeições", sugere a nutricionista Renata Garrido, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo. "Não há uma recomendação mínima, mas o correto é substituir o branco e incluir o integral aos poucos. Mas, como esse é um hábito novo para boa parte da população, o mínimo consumido já é válido", conclui. Bom apetite!

ARROZ PRETO COMBATE AS INFLAMAÇÕES

Asma e alergias podem ter fim com o consumo dessa variedade do cereal. Não acredita? Um estudo feito com cobaias na Universidade de Ajou, na Coreia do Sul, concluiu que algumas substâncias do arroz preto são capazes de suprimir a ação da histamina, substância que se liga a receptores celulares espalhados por todo o corpo e desencadeia inflamações. Aí, espirros e coceiras são só um detalhe... Na pesquisa, os roedores que receberam o tal arroz tiveram 32% menos alergias de pele e a produção de substâncias inflamatórias pelo corpo também foi reduzida.

Embutidos: O risco de consumi-los em excessos

Autor: Karine Medanha




Os alimentos embutidos surgiram da necessidade de conservar as carnes. Com a correria do dia a dia e o desenvolvimento das industrialização, esses alimentos passaram a ser bastante utilizados na alimentação. Além de oferecer praticidade, tais produtos são muito saborosos.

A base dos embutidos são a carne, principalmente suína. Mas atualmente é possível encontrar variedade destes produtos à base de aves, como o frango e o peru. Além da carne, os ingredientes básicos dos embutidos são a gordura, o sal, os açúcares, nitratos e nitritos, especiarias, conservantes e as tripas.
 
Nesses produtos encontra-se grande quantidade de gordura saturada, colesterol, conservantes e sódio. Sendo assim, são prejudiciais a saúde quando consumidos frequentemente. Eles podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares, hipertensão, obesidade, hipertensão arterial, colesterol alto, etc.

A gordura é um ingrediente bastante importante na elaboração dos embutidos , pois apesar dos seus efeitos negativos ela ajuda na qualidade sensorial. Já o sal, atua como conservante e na qualidade sensorial, apesar que em grandes quantidades torna as gorduras mais rançosas. Os nitratos e nitritos ajudam na coloração e no aroma. As tripas contêm o resto dos ingredientes, condicionando à maturação do produto.
Na elaboração dos embutidos é muito prezado a durabilidade do produto, sendo este o grande diferencial das carnes "in natura". Eles são práticos, saborosos e ainda duram mais tempo do que as carnes ’in natura’ se armazenados de maneira correta. Na verdade o grande problema é a consequência do seu consumo na saúde, pois possuem grandes quantidades de sódio, alguns também com gordura e conservantes que, se consumidos regularmente, aumentam os riscos de alguns tipos de câncer.
Mas não se pode esquecer da utilidade que tais produtos têm na gastronomia. Com eles, várias preparações saborosas podem ser feitas. Os embutidos mais comuns são: mortadela, salame, salsicha, presunto, linguiça, bacon e kani-kani. Os embutidos podem ser utilizados como frios, no preparo de sanduíches e risotos , associados a mostarda, pistache, picles,saladas, chutneys, legumes, molhos e podem ser usados também em diversos tipos de massa como recheio.
Esses alimentos são muito consumidos atualmente, principalmente por crianças e adolescentes em lanches escolares. Fazem parte do cardápio de todas as classes sociais e são cada vez mais expressivos o uso culinário. Porém, o ideal é tentar diminuir a ingestão destes alimentos para futuramente não prejudicar a saúde.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pobre em nutrientes, açúcar é um mal desnecessário O organismo não necessita de açúcar refinado e doenças como câncer e obesidade estão ligadas ao seu consumo

O açúcar é uma coisa tão refinada que vai direto para o sangue e causa uma série de alterações físicas e mentais no consumidor. O açúcar dá uma certa bobeira mental, cientificamente explicada pelo encontro da insulina com um aminoácido chamado triptofano que é rapidamente convertido no cérebro em serotonina, um tranqüilizante natural. "Madame está nervosa? Dá água com açúcar pra ela que passa." Ou não é?


O açúcar refinado faz parte do dia a dia das pessoas, especialmente do brasileiro que gosta muito de sentir o doce nas em bebidas e nos alimentos. O que poucos sabem é que esse alimento passou a fazer parte da dieta humana há menos de 500 anos, quando o homem conseguiu extraí-lo da natureza. E o pior: que seu uso traz muito malefícios para a saúde. "É possível relacionar a universalização do consumo do açúcar com o aumento na incidência de doenças comuns atualmente, como câncer, obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares", alerta a nutricionista funcional Juliana Trevilini Garcia. 

Está comprovado que o corpo humano é dependente de gorduras, proteínas, vitaminas e sais minerais, mas não precisa de um miligrama sequer de açúcar. "A glicose que o cérebro precisa diariamente provem do açúcar já presente nos alimentos, fontes de carboidratos e não é prejudicial ao organismo. O grande problema está no consumo do açúcar refinado", salienta a nutricionista. 

Para ficar mais branco e soltinho, o açúcar extraído da natureza é submetido ao refino, que utiliza inúmeros produtos químicos. Nesse processo, as fibras, os sais minerais, proteínas e demais nutrientes são eliminados, resultando em um produto químico cheio de calorias vazias. "O consumo do açúcar refinado ainda produz um estado de superacidez que desmineraliza o nosso organismo, levando à carência de cálcio, magnésio, zinco, cobre e selênio", explica Juliana. 

Apesar de prejudicial, é fácil tornar-se escravo do açúcar, pois sua absorção é muito rápida e, ao chegar ao cérebro, tem ação tranquilizante por meio da liberação do triptofano, que se converte em serotonina. "Percebemos que o consumo do açúcar é cada vez maior, aumentando nossa dependência, pois ele está presente em uma série de alimentos que comemos diariamente como: bolachas, pães, tortas, bebidas. A oferta ilimitada desses alimentos baratos e de alta concentração energética aliada ao sedentarismo acaba resultando em uma população cada vez mais obesa e doente", observa. 


Não bastando ainda, causa defeitos genéticos. Por exemplo: hoje, a cada 5 crianças que nascem uma será diabética. Quando você decidir ter um filho, junte mais 4 casais e joguem palitinho para sortear qual terá o filho diabético. Hoje existem 6,5 milhões de diabéticos no Brasil. Morrem 300.000 por ano nos EUA.

Portanto não importa se é açúcar orgânico, mascavo ou mel o problema é a super concentração de açúcar; que quando ingerida, vai depressa demais para a corrente sanguínea, queimando todas as etapas da digestão, fazendo subir o nível da glicose no sangue, aí o pâncreas é obrigado a produzir uma quantidade extra de insulina. A insulina vai lá e abaixa o nível, aí da vontade de comer mais açúcar. Sobe o nível e o pâncreas solta insulina, abaixa o nível...E assim por diante, até chegar uma hora que o pâncreas não entende mais nada.

Você come um bombom seu pâncreas solta insulina para caixa inteira; é a HIPOGLICEMIA. Entre jovens adultos, três a cada cinco tem a doença – estágio pré-diabético.

Sem açúcar 

A Organização Mundial da Saúde recomenda que a ingestão do açúcar refinado não ultrapasse 10% da energia total da dieta. "Substituir o açúcar refinado comum por açúcar mascavo ou mel na alimentação pode ser uma opção, já que possuem mais minerais e vitaminas. Mesmo assim, o consumo ainda deve ser controlado, pois também são substâncias altamente energéticas", esclarece a nutricionista. 

Personal Family 

Como não é nada fácil cortar ou diminuir substâncias que fazem parte de nossas vidas desde criança, uma opção é a reeducação alimentar em família. Pensando nisso, a nutricionista Juliana Garcia desenvolveu o programa Personal Family. Uma tendência mundial, que vem para auxiliar as pessoas que procuram uma vida saudável. "A alimentação é algo fundamental para nos mantermos vivos. Por isso, precisamos nos alimentar adequadamente para termos saúde, vivermos bem e com qualidade de vida", explica. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Consumo de sal e seus riscos

Com o corre corre do dia a dia as pessoas procuram uma alimentação mais fácil e rápida. Sopas instantâneas, pizzas prontas congeladas, salgadinhos, temperos industrializados e embutidos, como salame, além do excesso de sal na comida, contém altos índices de sódio, o que pode prejudicar a saúde. A durabilidade, a praticidade no consumo e o fácil armazenamento não atestam que estes produtos sejam saudáveis. Ao contrário. Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) revela que o brasileiro consome cerca de 13 gramas de sal diariamente. Essa quantidade está muito acima do indicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que é de no máximo 6 gramas para o adulto, ou uma colher de chá.
Para adequar o consumo ao longo da vida, o ideal é reduzir o sódio já na infância. O sal em excesso retém líquido, afeta os rins e leva ao aumento da pressão arterial e, consequentemente, à hipertensão. Este mal é responsável por grande parte dos casos de infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral. O sedentarismo, o estresse, o tabagismo, o envelhecimento, o excesso de peso e fatores genéticos também contribuem para estas doenças.

No emagrecimento o problema é que o paladar das pessoas está acostumado com seu uso, aumentando seu consumo e promovendo retenção de líquidos no organismo. Como o líquido pesa bastante, a pessoa não percebe a perda de peso e se desmotiva a emagrecer.  


O grau de sensibilidade ao sal é diferente entre as pessoas. As mulheres, de modo geral são mais "protegidas" contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso seu risco é até maior que aos homens.

Para quem está promovendo um processo de emagrecimento é aconselhável diminuir a quantidade de sal nos alimentos. A estratégia é salgar o alimento no seu cozimento e não colocar saleiro na mesa. Neste último caso há a tendência de acrescentar mais sal do que no cozimento. Outra dica é aumentar o consumo de ervas aromáticas para dar sabor aos alimentos diminuindo a quantidade de sal.

Prevenção
O ideal é manter uma dieta saudável, rica em frutas e vegetais e pobre em gorduras. Manter o saleiro à mesa também pode ser um dos vilões, pois instiga a vontade de adicionar o tempero à comida.

“O sal por si só não causa doença, mas agrava principalmente as doenças cardiovasculares e renais, devido ao aumento da pressão arterial e da retenção de água causados por seu consumo. A recomendação é uma dieta com algumas restrições alimentares para uma vida mais saudável”. Muitos dos alimentos industrializados, mesmo que de forma camuflada, contém sódio, inclusive os doces. Por essa razão, é importante verificar nas embalagens dos produtos sua composição. Um alerta também sobre os adoçantes dietéticos, que também trazem em sua composição sódio, devendo ser usados sem exageros pelas pessoas que tem indicação de restrição salina.

Como evitar o consumo excessivo de sal:
•Nunca ter um saleiro à mesa
•Não acrescentar sal aos alimentos já prontos.
•Preferir alimentos frescos em vez dos processados.
•Evitar alimentos embutidos (lingüiça, salsicha, mortadela, presunto, salame).
•Evitar conservas e enlatados como: picles, azeitona, aspargo, patês e palmito.
•Comer queijo branco ou ricota sem sal é mais saudável do que outros tipos de queijo.
•Evitar salgadinhos para aperitivo com adição de sal, amendoim, batata frita, e outros.
•Evitar alimentos que contenham o aditivo glutamato monossódico, utilizado para realçar o sabor dos alimentos.
•Substitutos do sal ou sal diet podem ser indicados para algumas pessoas, mas só devem ser consumidos sob orientação médica ou de nutricionista.
•Além de moderação no uso no sal no preparo dos alimentos, é preciso redobrar os cuidados com os alimentos industrializados. Até mesmo doces, balas, bolos e biscoitos incluem esse tempero. Confira sempre a composição na embalagem e prefira alimentos e temperos naturais.

O Excesso de sal no organismo faz com que suas articulações "endureçam", causa inchaços, dores, mal estar, dores no peito e etc.....  

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Controle o Cortisol, emagreça e ganhe muito mais músculos

Cortisol:

Existe outro hormônio muito ligado a quem malha. Esse hormônio é o cortisol, um hormônio esteróide muito subestimado
Cortisol é tido como catabólico na medida que tem um efeito oposto ao da testosterona, insulina e hormônio do crescimento (hGH), pois ele decompõe (“quebra”) o tecido muscular e com isso faz os músculos ficarem menores.

O cortisol, que é liberado quando o corpo se encontra em situações de alto estresse físico e mental e alta temperatura, é o principal hormônio catabólico. Então é essencial que o cortisol liberado seja controlado para otimizar o ganho de massa muscular.

Não há muito o que fazer para restringir completamente a liberação de cortisol no organismo. Apesar do cortisol ser um problema para quem quer ganhar massa muscular, ele é um importante hormônio, que regula a reação inflamatória no corpo e a quantidade de glicose no sangue em períodos de estresse.

Na verdade o grande problema para quem quer ganhar massa muscular é o excesso de cortisol. Conheça os perigos do excesso de cortisol:
  • Redução da atividade do hGH e da testosterona no organismo;
  • Perda de músculos e acúmulo de gordura na barriga;
  • Menor utilização da glicose;
  • Baixa imunidade;
  • Perda de memória e dificuldades de aprendizagem; 
  • Osteoporose.

Embora a liberação de cortisol não possa ser evitada por completo, ela pode e deve ser controlada. Conheça, a seguir, alguns métodos que podem ajudar a controlar a liberação de cortisol:


7 DICAS PARA CONTROLAR A LIBERAÇÃO DE CORTISOL


Pratique exercícios 
(aeróbicos e com pesos): 
Isso pode parecer estranho mas exercícios feitos de forma correta, apesar de aumentar o estresse, vão neutralizar os efeitos do cortisol a longo prazo.
O importante é evitar overtraining, e fazer exercícios de forma otimizada. Então evite ficar horas treinando na academia. Um treino (seja aeróbico ou com pesos) para ser eficiente não precisa durar mais do que 1 hora.
Se sua série está muito grande, malhe diferentes grupos musculares em dias alternados. Você vai ver inclusive que sua motivação vai ser muito maior. Praticar exercícios - aeróbicos ou com pesos - libera endorfina que inibe a atuação do cortisol. Além disso, o treino com pesos aumenta a liberação de hGH que inibe os efeitos do cortisol.

Alimentação: A alimentação é muito importante em todas as horas do dia para quem quer ganhar massa muscular. Mas para controlar a liberação de cortisol, comer logo após acordar e logo depois dos exercícios são as melhores horas. Tanto carboidratos como proteínas são importantes nessas horas.

Controle o estresse: Já que o cortisol é liberado em resposta a situações estressantes, seja física ou emocional, é muito importante tentar se controlar nessas situações.
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Suplementação com Glutamina: Em conjunto com a vitamina C, a glutamina ajuda a reduzir o catabolismo gerado pelo cortisol. Se há gutamina na corrente sanguínea, o cortisol não precisa “quebrar” o tecido muscular para obtê-la.

Aumente o consumo de vitamina C: Estudos tem mostrado que pessoas que tomam 3 gramas de vitamina Cpor dia tem níveis de cortisol mais baixos. Alguns profissionais defendem o consumo de até 5 gramas/dia. (a vitamina C não é tóxica em grandes quantidades)

Sono: Durante o sono profundo o cortisol está no seu nível mais baixo, e o hGH (hormônio do crescimento) está no seu nível mais alto. Então procure dormir bem a cada noite.

Reduza o consumo de cafeína: Devido ao efeito estimulante da cafeína, 2 ou 3 copos de café por dia já são suficientes para aumentar os níveis de cortisol.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Alimentos ricos em Cromo afinam a cintura

Pessoal, essa semana vou falar sobre os minerais essenciais para o bom funcionamento do nosso organismo. Muitas pessoas tem compulsão por doces, são ansiosas e algumas até enfrentam uma depressão. A depressão geralmente é associada a decepções, porém o que poucos sabem é que a depressão pode ocorrer pelo fato de o corpo estar mal nutrido, ou seja, alguns nutrientes que estão com baixo nível no organismo, entre eles o Cromo o qual vou falar hoje !!!

Alimentos ricos em Cromo afinam a cintura
Essa ação ocorre por duas razões: o mineral afasta a vontade de comer guloseimas e impede que o carboidrato vire gordura


Está comprovado: o cromo é capaz de reduzir a gordura corporal. E bem ali, onde é mais indesejada: no abdômen. Isso porque ajuda a diminuir drasticamente o desejo exagerado por doces, que viram moléculas que se concentram na barriga, e atua no controle do apetite -- duas façanhas que tornam o emagrecimento bem mais fácil. O cromo faz com que o carboidrato seja aproveitado como fonte de energia e não fique armazenado sob a forma de gordura, confirma a nutróloga Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro. Vários estudos apontam nessa direção. Um deles, realizado pelo Health and Medical Research Foundation, em San Antonio, nos Estados Unidos, e publicado no Journal Current Therapeutic Research, analisou 122 pacientes gordinhos. Uma parte deles tomou 400 mcg de cromo diariamente por três meses e a outra, apenas placebo. Ao final do período, a primeira turma havia perdido 2,8 quilos de gordura corporal, enquanto o restante do grupo emagreceu 1,5 quilo. Outra pesquisa americana mais recente, feita pela University of Vermont em parceria com a Louisiana State University, indica o mesmo resultado: a ingestão de cromo interfere positivamente na perda de peso. 

MINERAL EM BAIXA, PONTEIROS EM ALTA 
Quando há carência de cromo, o organismo entende que não há glicose suficiente em circulação. Daí dispara a mensagem para o hipotálamo, região do cérebro responsável pelo apetite, de que precisa de mais carboidratos para fazer a taxa de açúcar subir rapidamente. E onde eles estão? Nos doces, nos pães e nas massas. Só que, nesse caso, o nutriente que dá energia acaba se estocando já sabe aonde: bem ali, na linha da cintura. A menos que você capriche nos alimentos ricos no tal mineral. E investir em suas fontes é a única maneira de obtê-lo, já que o corpo não produz nada de cromo. Uma de suas melhores fontes é o levedo de cerveja, que pode ser acrescentado no suco de sua preferência, por exemplo. Porém, o mineral antibarriga também é encontrado em carnes (como frango e fígado), ovos, ostras, grãos integrais, germe-de-trigo, queijo, pimentão verde, banana, espinafre e pimenta-do-reino. 

DE OLHO NA DOSE 
Quem malha e transpira muito deve caprichar na quantidade de cromo, porque ele é eliminado pelo suor. Outro toque importante: o consumo exagerado de carboidratos simples (como balas, chocolate, batata, pão branco) reduz a cota de cromo disponível no organismo. E nada de tomar suplementos por conta própria. Em excesso, o cromo pode causar efeitos colaterais, como cansaço, perda de apetite, tendência a hematomas, náuseas, dores de cabeça, tonturas, alterações urinárias, sangramento nasal e reações cutâneas tipo urticária. A suplementação só vale se o organismo de fato estiver carente de cromo, o que só um teste de sangue, solicitado por um especialista, poderá revelar. Saiba, porém, que o principal sinal de que ele está em baixa é a compulsão por doces. Se o teor estiver normal, uma dieta caprichada é suficiente para se obter todos os benefícios, afirma Tamara. 

OUTRAS BOAS RAZÕES PARA CAPRICHAR NO CROMO 
Ajuda a reduzir o nível de colesterol ruim, o LDL 
Reduz variações de humor, principalmente durante a TPM 
Alivia sintomas de depressão 
Melhora a fadiga 
Aumenta a capacidade de o corpo ganhar massa muscular 
Auxilia no tratamento do diabete tipo 2 
Dá uma força no combate à celulite


"As informações passadas são de mero esclarecimento e em hipótese alguma visa incentivar a automedicação, caso apresente algum dos sintomas, procure sempre um profissional responsável para tratamento adequado"